Quanto o Flamengo já gastou com rescisão de treinadores pós-Jorge Jesus?

 
O Flamengo conquistou praticamente tudo nos últimos anos? Sim, conquistou. Mas isso não significa que o futebol do clube está bem gerido. Desde a saída de Jorge Jesus, em 2020, o Rubro-Negro empilhou treinadores e precisou arcar com multas milionárias para demiti-los.

Neste período, a direção flamenguista gastou cerca de R$ 37 milhões, segundo dados do globoesporte.com, com nomes como Domènec Torrent, Rogério Ceni, Paulo Sousa e, agora, Vítor Pereira. Renato Portaluppi e Dorival Júnior não tiveram direito a valor algum e, só por isso, não engordam este montante.

Torrent, o primeiro a chegar depois de Jesus, ficou apenas quatro meses no cargo e, na sua dispensa, recebeu R$ 11,4 milhões. Em 2021, foi a vez de Rogério Ceni se despedir embolsando R$ 3 milhões.

No ano passado, Paulo Sousa não deixou boa impressão, mas saiu do Rio de Janeiro com R$ 7,7 milhões pela quebra de vínculo. Vítor Pereira, demitido oficialmente nesta terça-feira, tem direito a cerca de R$ 15 milhões.


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