Com a Copa do Mundo FIFA 2026 cada vez mais próxima, o cenário do futebol mundial começa a ganhar forma. Em meio à expectativa para o torneio, reunimos informações sobre as 48 seleções classificadas, analisando histórico, momento esportivo e valor de mercado dos elencos que disputarão o Mundial.
A Coreia do Sul está no Grupo A da Copa do Mundo FIFA 2026, ao lado de África do Sul, México e República Tcheca. A melhor campanha da história dos sul-coreanos aconteceu em 2002, quando a equipe terminou na quarta colocação jogando em casa, em um dos resultados mais marcantes já conquistados por uma seleção asiática em Copas do Mundo.
A edição de 2026 marcará a 12ª participação da Coreia do Sul em Mundiais, reforçando a tradição do país no cenário internacional e consolidando a seleção como uma das principais forças do futebol asiático nas últimas décadas.
Para a Copa do Mundo FIFA 2026, a equipe comandada por Hong Myung-bo aposta na experiência de sua geração mais consolidada para tentar repetir o desempenho histórico de 2002 e buscar uma campanha competitiva no torneio.
O principal destaque técnico da seleção é o atacante Son Heung-min, capitão da equipe e uma das maiores referências do futebol asiático da atualidade. Além dele, a Coreia do Sul conta com nomes importantes do futebol europeu, como o zagueiro Kim Min-jae, do Bayern Munique, o atacante Hwang Hee-chan, do Wolverhampton, e o meia-atacante Lee Kang-in, do Paris Saint-Germain.
A presença de jogadores em grandes ligas europeias reforça o crescimento internacional do futebol sul-coreano nos últimos anos. A seleção chega ao Mundial com uma base experiente, acostumada a competições de alto nível, e tenta transformar essa maturidade em protagonismo dentro da Copa do Mundo FIFA 2026.
Taticamente, Hong Myung-bo costuma utilizar formações como o 4-2-3-1 e o 3-4-3, priorizando organização defensiva, equilíbrio no meio-campo e transições rápidas. A equipe aposta na velocidade pelos lados do campo e no poder de decisão de Heung-min Son para tentar surpreender adversários mais tradicionais durante o Mundial.
Uma das principais preocupações da comissão técnica para a estreia diante da República Tcheca envolve a situação física do meio-campista Hwang In-beom, considerado peça importante no setor de criação e equilíbrio da equipe.
Segundo dados do Transfermarkt, a última convocação de Hong Myung-bo possuía valor de mercado estimado em aproximadamente € 135 milhões (cerca de R$ 838 milhões). O número evidencia o crescimento técnico e financeiro do futebol sul-coreano, além da consolidação de jogadores do país em algumas das principais ligas do futebol mundial.
Jogadores mais valiosos da Coreia do Sul
- Lee Kang-in (PSG) — € 28 milhões (R$ 178 milhões)
- Kim Min-jae (Bayern de Munique) — € 25 milhões (R$ 159 milhões)
- Son Heung-min (Los Angeles) — € 17 milhões (R$ 108 milhões)
- Oh Hyeon-gyu (Genk/Beşiktaş) — € 15 milhões (R$ 95 milhões)
- Hwang Hee-chan (Wolverhampton) — € 8 milhões (R$ 51 milhões)
- Hwang In-beom (Feyenoord) — € 8 milhões (R$ 51 milhões)
- Jeong Woo-yeong (Union Berlin) — € 3,5 milhões (R$ 22 milhões)
- Bae Jun-ho (Stoke City) — € 3 milhões (R$ 19 milhões)
- Yang Min-hyeok (Coventry City) — € 3 milhões (R$ 19 milhões)
- Hong Hyun-seok (Gent) — € 3 milhões (R$ 19 milhões)
A Coreia do Sul chega à Copa do Mundo FIFA 2026 tentando reviver a histórica campanha de 2002. Apostando em um elenco experiente, organizado taticamente e liderado pelo talento de Son Heung-min, a seleção asiática sonha em avançar ao mata-mata e voltar a figurar entre as principais surpresas do torneio, reforçando o crescimento do futebol sul-coreano no cenário internacional.




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